Eu te amo
Como quem se despediu
Sabendo que a ingenuidade foi rompida
Sabendo que não haverá futuro
Se nos juntarmos é temporário
Se nos separarmos
o vento leva
e dita as direções
Quase não vejo nada
Nem do termo
e do meio em que estamos
De estar sem estar estando
De amar, partindo.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Acordei
sentimento
Mas sensível do que nunca
vendo tudo que eu deixei
voltar
Girando no meio do velho
sem saber o que de fato é velho
sonhando
em voar de novo
não é hora de parar.
Passa tudo
e o novo vem
aprendi na estrada
nas estações, nos encontros e despedidas.
O novo caminha em minha direção
e eu caminho em direção ao mistério.
sentimento
Mas sensível do que nunca
vendo tudo que eu deixei
voltar
Girando no meio do velho
sem saber o que de fato é velho
sonhando
em voar de novo
não é hora de parar.
Passa tudo
e o novo vem
aprendi na estrada
nas estações, nos encontros e despedidas.
O novo caminha em minha direção
e eu caminho em direção ao mistério.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
E ai veio a morte
e como um redemoinho arrastou
tudo, tudo que não se sustentava mais
tudo que capengava
tudo que estava meio firme, meio solto.
E ai veio o caos
varreu as ruas
deixando tudo vazio
cinza
amargo
como a solidão
Frio como abandono
sem sentido
E ai veio a lágrima
a dor
as perguntas
o sangue
o desespero
o grito
A luta
sigo em luta
E ai veio a saudade
a esperança
a falta
a lembrança
o medo
O sofrimento sorria
e o tempo tudo assistia
cálido, mudo.
Gelado
chão
corpo aberto
E ai chegou o abraço
o afeto
as palavras,
os remédios
Saiu o choro preso
e finalmente o perdão.
Nasceu pontos de cor
azul, verde, amarelo
eu vi o vermelho
e a luz
Do caos a criação
ao oxigênio
ao amor
A vida envolvia o chão
que não era mais chão
era céu
era nuvem
era paz.
e como um redemoinho arrastou
tudo, tudo que não se sustentava mais
tudo que capengava
tudo que estava meio firme, meio solto.
E ai veio o caos
varreu as ruas
deixando tudo vazio
cinza
amargo
como a solidão
Frio como abandono
sem sentido
E ai veio a lágrima
a dor
as perguntas
o sangue
o desespero
o grito
A luta
sigo em luta
E ai veio a saudade
a esperança
a falta
a lembrança
o medo
O sofrimento sorria
e o tempo tudo assistia
cálido, mudo.
Gelado
chão
corpo aberto
E ai chegou o abraço
o afeto
as palavras,
os remédios
Saiu o choro preso
e finalmente o perdão.
Nasceu pontos de cor
azul, verde, amarelo
eu vi o vermelho
e a luz
Do caos a criação
ao oxigênio
ao amor
A vida envolvia o chão
que não era mais chão
era céu
era nuvem
era paz.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Rise
Sim, já sinto o seu cheiro entrando em mim.
Liberdade,
que sempre esteve aqui dentro,
sorri.
A hora é agora.
Pés descalços.
A energia vem do sol
percorre o meu corpo
e escoa na terra.
Troca, fluxo.
Pouco a pouco vou deixando os pesos para trás.
Gente, medos,
roupas e compromissos.
A mala está cada vez mais vazia
para encher.
Vem liberdade
percorre minhas veias
infla meu peito.
Inspiração,
expiro coragem.
Liberdade,
que sempre esteve aqui dentro,
sorri.
A hora é agora.
Pés descalços.
A energia vem do sol
percorre o meu corpo
e escoa na terra.
Troca, fluxo.
Pouco a pouco vou deixando os pesos para trás.
Gente, medos,
roupas e compromissos.
A mala está cada vez mais vazia
para encher.
Vem liberdade
percorre minhas veias
infla meu peito.
Inspiração,
expiro coragem.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)